Não me uses sem motivo; Não me guardes sem honra.
(Inscrição nas espadas e punhais fabricados em Toledo)
Excelente lab:)
E a rapidez de tua conveniência
Não me desapossou de breves instintos
Nem a corrupção de um beijo e a ausência
Do mesmo me talha agora distinto.
Porque por fim morre minha inocência
De que a sofrer me encontro, humilde, extinto,
Porque meus versos são papel eterno,
Inibernizáveis no teu inverno.
albertovelasquez.blogspot.com
houve porém uma época em que percebiam: não me uses sem honra; não me guardes sem motivo
Afixado por: caxopa em junho 25, 2004 11:46 PMOlha que bem e que apropriado era! Sim senhor... "Não me guardes sem honra"...só um covarde o faria!
Afixado por: Blueshell em junho 28, 2004 01:17 PM