agosto 11, 2003

Heroes Del Silencio

Eis que acordo e mais uma vez não tenho o tabaco necessário para satisfazer a minha ansia de prazer matinal. Como não há tabaco lá terá de ser droga. Depois levanto-me da cama com o ar mais jovial que alguma vez existiu, olho-me ao espelho e sorrio. Sou um galã. Não há whisky, tenho de comprar também mas primeiro que há tomar um café para acordar. Visto a minha roupa preta à gótico pimba, calço as minhas botas de beto, espeto o meu cabelo à dread e saio porta fora. Pego o elevador e rapidamente chego à porta do prédio. Começo então a minha caminhada até ao café. Olho em frente. À minha frente está uma menina de seu metro e setenta e dois, uns 20 anos de idade e com um rabo que cada passo que dá faz ondinhas como se de um mar se tratasse. Até apetece dar um mergulho por alí dentro. Aproximo-me. Um ligeiro impulso faz com que a minha mão se tente aproximar daquele rabo divinal tentando-o agarrar mas detenho-me. "Ela não merece" pensei. Ultrapassei-a e olhei-lhe paras as glândulas mamárias. Eram interessantes, nada de outro mundo mas interessantes. A cara era laroca. Questiono-me acerca da possibilidade de me meter com ela mas lembro-me que estou drogado e ponho essa hipotese de lado. Acelero o passo e chego finalmente ao café. Compro tabaco. Sento-me na esplanada, aguardo pela minha princesa-empregada e peço-lhe o habitual (não é a mamada, é mesmo o café e a água). Tomo o meu café e a água e nesse instante reparo que a rapariga que mirava minutos antes está a passar por mim e vai entrar no café. Ela olha-me e sorri. Acena e cabeça e diz "Olá", depois entra no café. Penso logo, "Foda-se, mas eu conheço-a de alguem lado para ela me estar a cumprimentar? Que abusadora de confiança!". Pago e regresso a casa. A droga está a bater forte, é fixe. Tenho cada vez mais a certeza que vou arrochar. Sim, é mesmo inevitável. Acho que vou arrochar a ouvir Heroes Del Silencio, já há tanto tempo... deixo-vos a letra de 2 músicas que são as minhas preferidas dele e que de certeza vou ouvir enquanto arrocho...



Malas Intenciones
(Andreu, Bunbury, Cardiel, Valdivia)


no me importa lo que pienses
sin duda no me entero ya,
tus costumbres se me pierden
entre arrumacos y amabilidad.
ahora sé que no comprendes,
no tenemos nada en común
si supiera al menos lo que quieres...
no me obligues a cambiar mi actitud

no quisiera utilizar
tus intenciones,
y, quisiera no pensar
más de un segundo en ti

me comentan lo que haces,
uno a uno me hablan mal de ti.
nadie quiere hacer ya las paces,
no podría continuar así
y ahora sé que no comprendes,
no tenemos nada en común.
si supiera al menos lo que quieres...
no me obligues a cambiar mi actitud

no quisiera utilizar
tus intenciones
y, quisiera no pensar
más de un segundo en ti

no quisiera utilizar
tus intenciones
y, quisiera no pensar
más de un segundo en ti
más de un segundo en ti...
más de un segundo en ti...


Maldito Duende
(Andreu, Bunbury, Cardiel, Valdivia)


he oído que la noche
es toda magia
y que que un duende te invita a soñar
y sé que últimamente
apenas he parado,
y tengo la impresión de divagar.

amanece tan pronto
y yo estoy tan solo
y no me arrepiento de lo de ayer.
sí, las estrellas te iluminan
y te sirven de guía
te sientes tan fuerte
que piensas
que nadie te puede tocar

las distancias se hacen cortas
pasan rápidas las horas
y este cuarto no para de menguar
y tantas cosas por decir
tanta charla por aquí
si fuera posible escapar de este lugar

amanece tan pronto
y yo estoy tan solo
y no me arrepiento de lo de ayer.
sí, las estrellas te iluminan
y te sirven de guía
te sientes tan fuerte
que piensas
que nadie te puede tocar

amanece tan pronto...

Publicado por HeartLess em agosto 11, 2003 09:06 PM
Comentários

são os maiores de todos os tempos, referência de uma geração, as recordações são muitas, e a soudade tambem, heroes para sempre.

Afixado por: patrick couto em janeiro 8, 2004 01:55 PM

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